26.6.07

Ir ver o mar

Ir ver o mar. Vê-lo de vez em quando e sempre com a mesma fascinação. que é que vem dele para assim nos fascinar? a sua força imensa diante da nossa pequenez. O seu mistério visível e inquietante porque é o invisível da sua visibilidade. O irrisório da sua absurda convulsão e o aceno indistinto que vem de trás do horizonte e não sabemos o que é. O aroma a espaço, uma memória de aventura, o sinal presente da infinitude ausente, a dilatação de nós a um poder imenso, um certo concluio com Deus.

Vergílio Ferreira, Pensar, Bertrand Editora.

1 comentário:

Anónimo disse...

Fiquei estática a ver o visual. COPIAS-TE-NOS!!!!!!! Que raia! Que falta de imaginação!!! Mas depois pensei:"Ela copiou porque gostou e nós o platenabranco somos "muitaboas" e o conteúdo está diferente, os links são outros, resumindo só o primeiro impacto é que parece igual. Afinal de contas fomos à mesma loja e compramos o mesmo vestido, mas ao espreitar lá para dentro verificamos que o CORPO é diferente. Conclusão: as aparências iludem, mas não iludem. Afinal de contas esta aparencia é mesmo boa. É ou não é Isabel??? Se não fosse não a escolhias... Sou uma "escreve barato"...candida